Terça-feira, 27 de janeiro de 2026
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A Defesa Civil da Itália decretou novamente alerta vermelho nesta segunda-feira (29/10) em diversas regiões da península por conta das fortes chuvas que estão atingindo o país.

Além das pancadas de chuva, que alagaram diversas cidades italianas, ventos de até 100 km/h também são esperados nas regiões da Ligúria, Emília-Romana, Trentino-Alto Ádige e Campânia.

O mau tempo fez com que as escolas ficassem fechadas em todas as regiões que estão em alerta vermelho, como Gênova, na Ligúria.

Em Friuli-Venezia Giulia e no Vêneto, as instituições de ensino das províncias de Belluno, Treviso, Vicenza e Veneza também não funcionarão.

Diversas estradas ao longo da Itália foram fechadas por conta de deslizamentos. A estrada A22, que liga as cidades de Brennero e Vipiteno, em Trentino-Alto Ádige, foi atingida por um deslizamento de terra e fechada pelas autoridades devido ao risco de queda de um poste de alta tensão.

Já na autoestrada A1, que liga Milão a Bolonha, os veículos que estavam no trecho entre Piacenza e Fiorenzuola precisaram ser escoltados pelas autoridades devido à inundação da pista.

Na Ligúria, uma das regiões mais afetadas pelo mau tempo, edifícios e comércios das cidades de Monterosso e Levanto precisaram ser evacuados devido ao risco de desmoronamento. Já na Calábria, na cidade de Crotone, um casal de idosos ficou ilhado em casa e precisou ser resgatados pelo Corpo de Bombeiros.

A cidade de Alghero, na Sardenha, foi atingida por uma tempestade de granizo que destruiu casas e veículos. Segundo os moradores, algumas pedras de gelo tinham o tamanho de uma bola de tênis.

Fortes chuvas provocaram estragos em várias cidades do país; em diversos pontos do país, incluindo Roma, atividades estudantis foram canceladas

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Em Roma, os estudantes também tiveram suas aulas canceladas. Além disso, a capital italiana registrou a queda de dezenas de árvores pela cidade, que fecharam ruas e afetaram o transporte público e o trânsito do local.

O mau tempo também atrapalhou os voos nas regiões da Sicília e de Molise. Ao menos seis voos da Ryanair que estavam destinados a aterrissarem no aeroporto Falcone Borsellino, em Palermo, foram desviados para os aeroportos de Catania e Trapani.