As patinetes elétricas agora “terão que ser deixadas obrigatoriamente em estacionamentos específicos de vias utilizadas por veículos motorizados de duas rodas e carros”, precisou Hidalgo durante a coletiva. A municipalidade também propôs aos operadores reduzir a velocidade dos aparelhos para 20 km/h em toda a capital, e 8 km/h em áreas reservadas aos pedestres.
O veículo também será “proibido em todos os parques e jardins” da capital, e “o uso de capacetes” será recomendado, disse a prefeita que deseja a entrada em vigor dessas medidas “desde o início de julho”.
Falta de regulamentação
Fenômeno surgido há cerca de um ano nas ruas da capital, as patinetes elétricas em autosserviço – avaliadas em cerca de 15 mil apenas em Paris – tornaram-se uma verdadeira dor de cabeça para a prefeita de Paris, por falta de regulamentação específica.
Como outras grandes cidades francesas, Paris está aguardando a adoção de um projeto de lei sobre mobilidade, atualmente em discussão na Assembleia Nacional, que permitirá que os municípios possam regulamentar novos meios de transporte em autosserviço, como bicicletas, scooters e outros.
Enquanto se aguarda a adoção da lei promulgada nesta quinta-feira, Anne Hidalgo pediu aos operadores que “não aumentassem sua frota”.
Apesar de ainda não existir uma contagem oficial, vários acidentes recentes envolvendo patinetes elétricas e pedestres em Paris chegaram às manchetes da imprensa francesa.
























