Sábado, 13 de junho de 2026
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A exumação do general e ex-ditador Francisco Franco, que governou a Espanha entre 1938 e 1973, foi autorizada nesta segunda-feira (17/12) pela Justiça do país.

O Tribunal Supremo espanhol decidiu negar o pedido da família do ex-ditador, que queria paralisar a exumação até que o processo judicial terminasse. Os netos de Franco alegam que a suspensão é necessária para evitar um “dano irreparável” caso a Justiça considere que os restos mortais devem seguir no Valle de los Caídos, onde estão sepultadas vítimas da Guerra Civil Espanhola (1936 – 1939).

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O governo do primeiro-ministro Pedro Sánchez aprovou em agosto a exumação e deu à família a possibilidade de escolher um lugar para que fiquem os restos. Os netos dele determinaram a Catedral de La Almudena, em Madri, onde a família tem uma cripta. 

A ideia foi mal recebida pelo governo espanhol que, mesmo sob protestos, afirmou que não poderá impedir que o enterro seja realizado no local porque precisa respeitar a decisão da família. Sánchez deu como prazo final o fim de 2018 para a realização a exumação.

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Restos mortais de ex-militar estão em Valle de los Caídos, próximo Madri, onde estão sepultadas vítimas de Guerra Civil Espanhola

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