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Após deixar pelo menos 40 mortos no Haiti, o furacão Matthew — atualmente de categoria 3 na escala Saffir-Simpson, cujo máximo é 5 — está caminhando em direção à Flórida, informaram as autoridades norte-americanas nesta quinta-feira (06/10).

Segundo o centro de furacões dos EUA, o Matthew deve se intensificar nas próximas horas, tornando-se categoria 4. Ele pode atingir a Flórida ainda hoje ou desviar da região indo em direção ao mar, em decorrência do aumento de sua velocidade.

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Agência Efe

Flórida se prepara para chegada de furacão Matthew

Mais de dois milhões de pessoas nos Estados da Flórida, Georgia e Carolina do Sul já saíram de casa. Se o Matthew chegar no continente, será a primeira vez que um furacão desse porte atinge os EUA desde o Wilma, em 2005 —  que, de categoria cinco, matou 62 pessoas na época.

Classificado como categoria três, Matthew deve atingir Flórida já como categoria quatro; mais de dois milhões de pessoas precisaram deixar suas casas nos EUA

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No momento, o Matthew está nas Bahamas, e atingiu a capital, Nassau. O país todo está em estado de alerta o furacão também deve atingir a cidade de Freeport em cheio.

Caribe

Nos últimos dias, o Matthew passou por Haiti, Jamaica, República Dominicana e Cuba, que sofreram com chuvas torrenciais, fortes ventos, inundações e deslizamentos de terra, mas que já removeram os avisos e alertas pelo furacão.

Segundo o ministro do Interior do Haiti, François Anick Joseph, pelo menos 108 pessoas morreram.

Agência Efe

Haiti: pessoas tentam cruzar rio Digue após Matthew derrubar única ponte que liga sul do país à capital

Além disso, as regiões no sul do país estão incomunicáveis e isoladas, após o furacão ter destruído a única ponte que ligava a região à capital, Porto Príncipe, de modo que não se sabe exatamente quantos morreram no local.

Na República Dominicana, há pelo menos cinco mortos em decorrência do Matthew.

Agência Efe

Em Cuba, não foram registrados mortos, mas furacão causou danos materiais à ilha

Em Cuba, não foram registrados mortos, mas danos materiais severos, especialmente na província de Guantánamo. Mais de 35 mil pessoas foram evacuadas de suas casas para se proteger do fenômeno.