Domingo, 10 de maio de 2026
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 A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta quinta-feira (30/01) emergência de saúde pública de interesse internacional em decorrência do surto de coronavírus, que já matou ao menos 170 pessoas na China e infectou cerca de 7,8 mil indivíduos.

A medida foi tomada pela diretoria da entidade após reunião, em Genebra, com um comitê formado por especialistas do mundo inteiro. Com a decisão, uma ação coordenada para combater a doença deverá ser criada entre diferentes governos e autoridades.

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“Devemos lembrar que são pessoas, não números. Mais importante do que a declaração de uma emergência de saúde pública são as recomendações do comitê para impedir a propagação do vírus”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.


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'Mais importante do que a declaração de uma emergência de saúde pública são as recomendações do comitê para impedir a propagação do vírus', disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom; 170 pessoas morreram na China

Reprodução

Diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, declarou emergência pública de saúde em nível internacional

Desde a semana passada, o comitê tem se reunido para analisar a epidemia, mas, na ocasião, afirmou que “era muito cedo” para declarar a emergência. O cenário, no entanto, se agravou nos últimos dias. 

Ao todo, o 2019-nCoV já atingiu 18 países. Ainda nesta quinta, os Estados Unidos registraram seu primeiro caso de transmissão interna, com contaminação em solo americano, enquanto que o Brasil investiga 9 suspeitas em seis estados do país.

“Embora o número de casos em outros países seja relativamente pequeno em comparação com o registrado na China, devemos agir juntos. Não sabemos o tipo de dano que esse vírus pode causar se ele se espalhar em um país com um sistema de saúde mais frágil. Por isso, declaro emergência em saúde pública internacional”, acrescentou Ghebreyesus. 

Até agora, a OMS havia usado a denominação “emergência de saúde pública de interesse internacional” somente em casos raros, como a gripe suína H1N1 (2009), o zika vírus (2016) e a febre ebola.