Sábado, 16 de maio de 2026
APOIE
Menu

O site Wikileaks publicou uma lista secreta que indica a localização de pontos em todo o mundo que os Estados Unidos desejam proteger de ataques terroristas. A lista, elaborada por missões diplomáticas norte-americanas, inclui oleodutos, centros de comunicação e de transporte, minas e fábricas de produtos médicos.

Conforme detalha o documento, o ataque a algum desses pontos, segundo o Departamento de Estado, “afetaria de maneira significativa” a segurança norte-americana.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Um telegrama do Departamento de Estado com data de fevereiro de 2009 pede às representações diplomáticas americanas um inventário das infraestruturas e empresas no mundo “cuja perda afetaria de maneira significativa a saúde pública, a segurança econômica e/ou a segurança nacional dos EUA”.

Leia mais: 

Wikileaks: documentos revelam que Itamaraty é considerado inimigo da política dos EUA 

EUA condenam vazamento de documentos pelo Wikileaks 


Wikileaks: embaixador dos EUA diz que golpe em Honduras 'foi ilegal' 

Países árabes e Israel pediram aos EUA que atacassem Irã, diz Wikileaks 

Wikileaks: em troca de abrigo a presos de Guantánamo, EUA ofereceram visita de Obama e dinheiro 

Mais lidas

A lista publicada na noite de domingo (05/12) traz, além dos locais mais óbvios de infraestrutura estratégica, também pontos como uma mina de cobalto no Congo, uma fábrica de soro antiofídico na Austrália e uma fábrica de insulina na Dinamarca.

No Brasil, o documento enviado pelo Departamento de Estado lista cabos de comunicação submarinos com conexões em Fortaleza e no Rio de Janeiro e minas de minério de ferro, manganês e nióbio em Minas Gerais e em Goiás.

Brasil



Em outro documento vazado pelo Wikileaks, o governo brasileiro teria “vigiado de perto” há três anos um grupo de 20 pessoas que residem no país e estariam vinculados ao grupo libanês Hezbollah e às milícias da organização Jihad Islâmica.

Reprodução

O despacho ainda indica que uma das suspeitas do serviço de inteligência brasileiro aponta para Moshen Rabbani, ex-adido cultural da embaixada do Irã em Buenos Aires, sobre quem pesa mandado de prisão internacional pelo ataque terrorista à Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), que em 1994 causou 85 mortos. Rabbani estaria refugiado em Teerã e seria o “intermediário” entre os brasileiros e os grupos islâmicos.

Siga o Opera Mundi no Twitter        

Conheça nossa página no Facebook 

Wikileaks revela locais estratégicos para segurança dos EUA

NULL

NULL

NULL