Terça-feira, 5 de maio de 2026
APOIE
Menu

O fundador do Wikileaks, Julian Assange, afirmou neste sábado (14/8) que seu propósito é publicar “em breve” outros 15 mil documentos militares confidenciais que guardou sobre a guerra do Afeganistão, apesar das advertências do Pentágono.

“Temos a responsabilidade de divulgar esta informação ao mundo e ao povo afegão”, afirmou Assange, em um seminário realizado em Estocolmo, depois que na quinta-feira passada anunciasse em Londres sua intenção de divulgar o material.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Leia mais:

Documentos dos EUA revelam mortes de civis e missões secretas no Afeganistão

Casa Branca implora que Wikileaks não vaze mais documentos sobre guerra

Artigo: Iraque 2011, Afeganistão 2014, Irã…?

O prazo dado ao presidente dos Estados Unidos, por Fidel Castro

Para o fundador do Wikileaks, os “suecos deveriam ficar orgulhosos que seu país torne possível a liberdade de expressão”, enfatizou, em referência ao servidor sueco no qual está hospedado para continuar divulgando seus conteúdos.

Mais lidas

Wikileaks pensa em solicitar na próxima semana a permissão de publicação para ficar sob a cobertura da lei sueca de liberdade de difusão.

O Pentágono expressou na sexta-feira o temor de que as novas revelações sejam mais “danosas”, mesmo sem conhecer o conteúdo exato dos documentos do Wikileaks.

“Estamos preocupados que a publicação dos documentos adicionais possa causar riscos ainda maiores do que os primeiros que foram publicados”, disse o coronel David Lapan, porta-voz do Pentágono, quem disse ter “esperança” que a portal não publique os documentos e “coloque mais vidas em risco”.

O Pentágono abriu uma investigação, na qual participa também o FBI (polícia federal americana), para identificar à pessoa que forneceu os documentos a Assange, enquanto está buscando formas de proteger melhor suas informações.

Sob o título “Diário da Guerra Afegã”, em 25 de julho Wikileaks publicou 70 mil documentos que abrangem um período de janeiro de 2004 até 2010.

Entre as revelações está morte de civis não divulgadas até a possível colaboração dos serviços secretos do Paquistão aos talibãs.

Siga o Opera Mundi no Twitter

Wikileaks publicará em breve 15 mil documentos sobre guerra do Afeganistão

NULL

NULL

NULL