Sábado, 16 de maio de 2026
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O governo britânico se prepara nesta terça-feira (14/12) para uma possível onda de ataques a seus portais na internet, em resposta ao comparecimento do fundador do  Wikileaks, Julian Assange, a um tribunal de Londres para decidir sua extradição à Suécia, onde é acusado de ter cometido crimes sexuais.

Assange foi detido há uma semana pela polícia britânica a pedido das autoridades suecas, que querem interrogar o ativista com relação aos supostos crimes sexuais, que, segundo Estocolmo, não têm relação com a publicação de centenas de milhares de documentos diplomáticos.

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O governo britânico se diz especialmente preocupado pela possibilidade de os hackers, que vem agindo em represália por uma detenção que consideram política, atacarem sites relacionados com as devoluções da Fazenda ou determinadas prestações sociais.

Anteriormente, os ativistas atacaram empresas como MasterCard, Visa, PayPal e Amazon, acusadas de terem cedido à pressão do governo norte-americano para romper seus vínculos com o WikiLeaks e Assange.

Estão convocadas para esta terça-feira manifestações diante do tribunal onde Assange se apresentará. Na ocasião, seus advogados solicitarão pela segunda vez sua liberdade mediante o pagamento de fiança, enquanto recusam as acusações imputadas a ele de estupro e assédio sexual.

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Wikileaks: governo britânico se prepara para possíveis ciberataques

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