Terça-feira, 5 de maio de 2026
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Os ministros das Relações Exteriores da Itália, Eslovênia e Croácia acordaram a assinatura de uma declaração cooperativa que tem a migração como uma das principais pautas. 

O documento final da reunião indica esforços comuns entre os países nas operações de emergência no mar e também de combate ao contrabando e ao crime organizado transnacional.

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“Encaramos a delicadíssima questão da imigração clandestina e da luta ao tráfico de pessoas com uma visão que só pode ser europeia, porque não há soluções que não passem pela Europa, inclusive para a proteção das fronteiras externas”, declarou o ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani.

“Também olhamos com atenção o que acontece na África, porque a questão migratória deve ser resolvida ao agir encarando as causas”, completou.

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Segundo fontes da chancelaria italiana, a declaração final do encontro destaca os esforços dos três países para explorar o potencial de crescimento e desenvolvimento da região, incluindo nos setores de inovação e tecnologia.

Chanceleres da Itália, Eslovênia e Croácia assinam declaração coletiva que tem migração como um dos temas centrais

Twitter/Antonio Tajani

Declaração final do encontro também destaca esforços dos três países para explorar o potencial de crescimento e desenvolvimento da região

O texto também reforçará a necessidade de colaboração em temas de proteção e sustentabilidade do ecossistema, além da valorização da cooperação dos sistemas portuários e da segurança marítima.

o documento será assinado por Antonio Tajani e por seus homólogos da Eslovêia, Tanja Fajon, e da Crpácia, GordanGrlic-Radman.

Demais esforços na migração

Na última quarta-feira (05/07), a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, reuniu-se com seu homólogo Polonês, Mateusz Morawieck, em Varsóvia. 

O encontro entres os chefes de Governo foi marcado por declarações antimigratórias, como o desejo de “tornar as fronteiras externas impermeáveis” como uma “união entre Polônia e Itália”.

Em seu discurso, Morawiecki também afirmou que o “combate da imigração ilegal é a melhor receita” entre as similaridades de Roma e Varsóvia.  

(*) Com Ansa