Domingo, 17 de maio de 2026
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A violência na Nigéria e na Costa do Marfim, na África, deixou a ONU (Organização das Nações Unidas) em alerta. Preocupado com o massacre que provocou a morte de 30 pessoas e feriu pelo menos 70 nos últimos dias na Nigéria, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, condenou os atos de violência no Centro do país. Na Costa do Marfim, as divergências políticas em torno dos resultados das últimas eleições presidenciais podem levar a uma guerra civil.

“[O secretário Ban Ki-moon] condena esses atos deploráveis de violência, especialmente em um momento em que milhões de nigerianos celebram os feriados religiosos, e apoia os esforços das autoridades nigerianas para buscar os responsáveis e levá-los ao julgamento da Justiça”, informa comunicado da ONU.

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Os conflitos na Nigéria foram provocados por divergências religiosas e ações de uma seita radical muçulmana cujos integrantes atacaram duas igrejas no norte do estado de Borno.

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Na Costa do Marfim, integrantes de partidos políticos leais ao candidato presidencial Alassane Ouattara – reconhecido como vitorioso das eleições realizadas no mês passado – convocaram uma greve civil a partir de hoje (27/12).

As informações são das agências de notícias das Nações Unidas e BBC Brasil. De acordo com os líderes políticos da Costa do Marfim, o objetivo da greve geral é pressionar o atual presidente Laurent Gbagbo a deixar o poder.

“Confirmo que convocamos uma greve geral no país a partir de amanhã”, disse o porta-voz de Ouattara (um dos principais partidos de oposição da Costa do Marfim), Patrick Achi. “Não devemos permitir que eles roubem nossa vitória”, completou.

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Violência na Nigéria e na Costa do Marfim preocupa as Nações Unidas

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