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O escritor peruano Mario Vargas Llosa, Prêmio Nobel de Literatura, alertou nesta quinta-feira (03/03) sobre o aumento da violência na América Latina em curto ou médio prazo, caso não seja tomada a decisão de legalização das drogas.

“As políticas repressivas não vão acabar com o narcotráfico”, reiterou o escritor em entrevista coletiva que proferiu no México por ocasião do lançamento de sua obra teatral “Las Mil Noches y Una Noche” no país.

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Para Vargas Llosa, a guerra contra o narcotráfico empreendida pelo governo do México – que deixou mais de 30 mil mortos em quatro anos – é “valente, heroica” e repleta de sacrifícios. Ele considerou, no entanto, que a América Latina deveria buscar outros enfoques para combater a violência causada pelo tráfico.

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A situação mexicana é “um indício do que vão viver os países latino-americanos” a curto ou médio prazo, advertiu o Prêmio Nobel de Literatura. Segundo ele, o narcotráfico “pode acabar com a democracia”.

O escritor respaldou a ideia lançada pelo ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso de abrir uma negociação entre países produtores e consumidores de drogas.

Segundo Vargas Llosa, o Peru seria o maior produtor de cocaína do mundo, mas o Departamento de Estado norte-americano insiste em colocá-lo na segunda posição, atrás da Colômbia, em seu relatório anual sobre o combate às drogas, enviado nesta quinta-feira ao Congresso.

“A legalização é a única forma de acabar com a criminalidade associada à toxicomania”, declarou o escritor.

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Vargas Llosa defende legalização de drogas para frear violência na América Latina

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