Terça-feira, 12 de maio de 2026
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A principal central operária do Uruguai realizou uma paralisação de quatro horas para exigir aumento salarial nesta terça-feira (16/11). Esta é a quinta paralisação promovida pela Plenária Intersindical dos Trabalhadores-Convenção Nacional dos trabalhadores, desde que o presidente José “Pepe” Mujica, da coligação Frente Ampla (esquerda), assumiu a presidência do país, no início de março.

A paralisação afetou a educação, bancos e repartições públicas. Durante a paralisação, foi organizado um cerimônia no centro de Montevidéu, onde os sindicalistas Jorge Bermúdez e Washington Beltrán pediram um maior orçamento voltado para a educação, salários “mais justos e dignos”, “maior justiça social” e um orçamento de despesas oficiais “que direcione para um país produtivo”.

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Mobilizações trabalhistas no Uruguai dobram sob governo de Mujica



Os dirigentes sindicais reivindicaram também ao Senado a revogação da lei de anistia que favorece militares da ditadura, que durou entre 1973 e 1985. O secretário da presidência uruguaia, Alberto Brescia, chamou a paralisação de “desproporcional”.

Em setembro, uma pesquisa da Universidade Católica do Uruguai registrou que o número de mobilizações trabalhistas no país quase duplicou nos primeiros seis meses do governo de Mujica em comparação com o mesmo período de seu antecessor, Tabaré Vázquez, também da Frente Ampla.

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Desde o início do atual mandato, a central PIT-CNT já convocou cinco paralisações. No governo anterior, a primeira paralisação geral de 24 horas ocorreu quando Vázquez já tinha três anos de mandato.



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Uruguai enfrenta 5ª paralisação trabalhista desde posse de Mujica

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