Sábado, 16 de maio de 2026
APOIE
Menu

O governo brasileiro e a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) lançaram nesta quinta-feira (9/12) a coleção História Geral da África, com oito volumes e escrita pela primeira vez em português.

O representante da Unesco no Brasil, Vicent Defourny, explicou que se trata de um “resgate histórico”, justificando que durante séculos se falou da África como um continente “sem história”.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Leia mais:

Militares fecham fronteiras da Costa do Marfim após resultado de eleições 

Costa do Marfim realiza no domingo 2º turno de eleições em clima de tensão 

Costa do Marfim terá toque de recolher depois do segundo turno das eleições 

Defourny lembrou que a Unesco reuniu historiadores africanos para a elaboração da obra, que o próprio organismo editou sua primeira edição, em inglês, em 1981.

Mais lidas

“O objetivo é fazer um trabalho que representasse uma pedra fundamental no conhecimento da África, mas com uma perspectiva diferente”, apontou.

A obra composta por oito volumes em mais de dez mil páginas é fruto de 30 anos de pesquisas de 350 especialistas e de um comitê cientista formado em sua maioria por africanos.

A coleção completa trata da história da África desde a Pré-história até a década de 1980, passando por diferentes civilizações e dinastias, a escravidão, a colonização e a independência dos países africanos.

A História Geral da África já foi traduzida para o árabe, para o inglês e francês, existem alguns volumes em espanhol e em poucos idiomas africanos.

O ministro brasileiro de Cultura, Juca Ferreira, explicou que a obra servirá de base para a elaboração de materiais pedagógicos e também será utilizada em um programa para o ensino da história da África que se aplicará nas escolas do país.

Em paralelo, o ministro da Educação, Fernando Haddad, também presente no ato, disse que a obra representa “15 quilos de história” que, além de seu valor educativo e histórico, também servirá para combater o “preconceito racial” que persiste no Brasil e em outros países.

Siga o Opera Mundi no Twitter 

Conheça nossa página no Facebook

Unesco e Brasil lançam coleção sobre história da África em português

NULL

NULL

NULL