Quarta-feira, 20 de maio de 2026
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Depois da chegada, em poucos dias, de mais de cinco mil tunisianos à ilha italiana de Lampedusa, a Frontex, agência europeia que regula a cooperação nas fronteiras externas dos países do bloco, anunciou nesta terça-feira (15/02) que vai apoiar as autoridades italianas. As informações são da Radio France Internacional.

Em coletiva de imprensa em Berlim, Ilkka Laitinen, diretor da Frontex, informou que “dentro de alguns dias” será lançada uma operação que vai mobilizar entre 30 e 50 pessoas, além de alguns navios e aviões. O dirigente, no entanto, não informou sobre o tipo de operação que está sendo preparada. Até o momento, a situação dos clandestinos está indefinida.

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Na segunda-feira, a Comissão Europeia pediu aos governos do bloco contribuições para conter a partida de imigrantes da Tunísia. A Comissão também está estudando meios de ajudar financeiramente a Itália, que solicitou 100 milhões de euros para controlar a entrada de imigrantes ilegais.

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Quase três mil dos tunisianos resgatados dos centros de acolhimento da ilha de Lampedusa já foram transferidos, enquanto outras duas mil pessoas ainda se encontram no local, segundo o Ofício Internacional para as Migrações.

Tunisianos na França

Entre os cinco mil clandestinos que desembarcaram em Lampedusa nos últimos dias, muitos manifestaram o desejo de ir para a França, onde vive uma comunidade de 600 mil tunisianos.

O governo francês reagiu, anunciando que acolheria apenas alguns casos particulares e lembrou que os clandestinos devem ser reconduzidos aos seus países de origem.

“Examinaremos os pedidos individualmente e consideraremos os casos que se enquadrarem no nosso direito de imigração, que devem ser muito poucos”, afirmou o ministro francês para Assuntos Europeus, Laurent Wauquiez, insistindo que a França não vai validar a imigração ilegal. O ministro do Interior e da Imigração, Brice Hortefeux, endossou a posição de Wauquiez.

Até agora, a ONG “Save the Children” notificou a chegada de cerca de 200 crianças a Lampedusa. A coordenadora de projeto da ONG na ilha italiana, Viviana Zalastro, explica que as crianças pedem para serem trazidas para a França, onde têm muitos familiares.

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UE vai ajudar Itália a enfrentar fluxo de imigrantes da Tunísia

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