Segunda-feira, 18 de maio de 2026
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A União Europeia (UE) pediu que as forças políticas da Albânia resolvam logo e através de um “diálogo político construtivo” a longa estagnação política que vive o país se querem participar do bloco comunitário.

Os protestos contra o governo do primeiro-ministro albanês, Sali Berisha, terminaram na sexta-feira (21/01) com a morte de três pessoas e dezenas de feridos.

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“Fazemos um pedido urgente de calma e de abstenção da provocação para todas as forças políticas do país”, assinalaram em comunicado conjunto divulgado na noite desta sexta-feira a chefe da diplomacia da UE, Catherine Ashton, e o comissário para a Ampliação, Stefan Fule.

Se a Albânia quer avançar rumo à UE, todas as energias do país devem ser concentradas para resolver a crise política, afirmaram.

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“As manifestações são instrumentos da liberdade de expressão e reunião pacífica dos cidadãos”, ressaltaram, e lamentaram que os protestos tenham sido violentos e provocado a perda de vidas humanas.

Três civis morreram por tiros de curta distância, enquanto pelo menos 22 manifestantes e 17 policiais ficaram feridos, segundo o hospital militar de Tirana.

O presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, por sua parte, lamentou o ocorrido e considerou “decepcionante” o fato de o país não ter alcançado uma solução para a crise política vivida desde as eleições parlamentares de junho de 2009.

Segundo Buzek, a estagnação política não só atrasou a adoção das reformas necessárias mas se transformou em um verdadeiro obstáculo para a integração da Albânia na UE.

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UE pede que Albânia resolva crise política através do diálogo

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