Quarta-feira, 20 de maio de 2026
APOIE
Menu

A União Europeia pediu neste domingo (20/02) ao governo da Líbia que interrompa imediatamente o uso da violência contra os manifestantes que protestam nas principais cidades no país.

Em sessão de trabalho extraordinária realizada em Bruxelas, os ministros de Relações Exteriores dos 27 integrantes da UE também aconselharam as autoridades daquele país a escutar as “legítimas demandas” do povo em favor de reformas e abertura política.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Os diplomatas também condenaram a repressão contra os manifestantes e expressa “extrema preocupação” pelo crescente número de mortos devido aos protestos.

Leia mais:

Mais lidas

ONG Human Rights Watch contabiliza 173 mortos nos protestos na Líbia

Protestos na cidade líbia de Benghazi deixam 12 mortos 

Imprensa líbia admite que forças de segurança mataram ao menos 14 pessoas em Benghazi

França suspende exportações de material de segurança a Líbia e Bahrein

Protestos na Líbia deixam pelo menos 24 mortos 

Protestos contra o governo chegam à Líbia e manifestantes entram em choque com a polícia

A mensagem dos 27 chega poucas horas depois da divulgação de que o regime de Muammar Khadafi ameaçou interromper a cooperação em processos de imigração caso seus representantes continuem a fazer declarações sobre os recentes distúrbio no país.

“Na semana passada, as autoridades líbias chamaram o embaixador húngaro em Trípoli, que representa a UE. Elas disseram que podem suspender a cooperação sobre imigração caso a entidade continue a fazer comentários sobre a Líbia”, afirmou o porta-voz da presidência rotativa húngara, Gergely Polner.

Entretanto, Os ministros voltaram a censurar a atuação do governo líbio.

“A liberdade de expressão e o direito de reunião (…) são direitos humanos e liberdades fundamentais de cada pessoa que devem ser respeitadas e protegidas”, assinala o texto assinado pela alta representante de Relações Internacionais da União Europeia, Catherine Ashton.

Nessa declaração, os 27 ministros pedem para que Trípoli “pare imediatamente de bloquear o acesso à internet e às redes de telefonia celular” e permita a imprensa trabalhar com liberdade. “A União Europeia espera total cooperação das autoridades na proteção aos cidadãos comunitários”, acrescenta.

Após o jantar deste domingo para analisar a situação no Mediterrâneo, centrada principalmente nos últimos eventos na Líbia, os diplomatas voltarão ao assunto nesta segunda-feira, durante a sessão formal do Conselho de Ministros em Bruxelas.

Conforme as fontes comunitárias, as críticas à reação por parte do regime serão incluídas no texto de conclusões que deverá ser aprovado nesta segunda pelos Estados-membros e que, em princípio, serão focados no Egito e na Tunísia.

Siga o Opera Mundi no Twitter  

Conheça nossa página no Facebook

UE pede fim imediato da violência contra manifestantes na Líbia

NULL

NULL

NULL