Quarta-feira, 6 de maio de 2026
APOIE
Menu

A União Europeia condenou nesta sexta-feira (27/8) os estupros maciços de mulheres no leste da República Democrática do Congo e pediu que o governo do país aumente esforços para impedir esta prática.

O estupro de pelo menos 154 civis em um ataque recente de dois grupos rebeldes a um vilarejo no leste do país mostra “uma estratégia caracterizada por um método criminoso sistemático e o uso da violência sexual como arma de guerra”, denunciam a alta representante da UE, Catherine Ashton, e o comissário de Ajuda Humanitária, Andris Piebalgs, em comunicado conjunto.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Leia mais:

ONU lamenta vazamento de relatório sobre massacre no Congo

ONU vai rever operações no Congo após 154 casos de estupro

Bimotor cai sobre casas e mata 19 no Congo-Kinshasa

O incidente aconteceu entre os dias 30 de julho e 4 de agosto no povoado de Banamukira, na província de Kivu Norte, a cerca de 30 quilômetros de uma pequena base da missão da UE no país.

Mais lidas

Para Ashton e Piebalgs, o episódio “torna necessário acelerar” o envolvimento da missão da ONU no Congo ex-Zaire “para consolidar a autoridade do Estado e a segurança na região” leste do país. Eles ressaltaram a “profunda indignação e consternação” com os fatos, e pediram ao governo do país que empreenda todos os esforços para proteger a população civil e evitar a impunidade dos autores. Os dois representantes também ressaltaram sua satisfação pela investigação dos fatos anunciada pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

Siga o Opera Mundi no Twitter 

UE condena estupros às centenas no Congo-Kinshasa

NULL

NULL

NULL