Sábado, 13 de junho de 2026
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Um tribunal do Egito ratificou nesta terça-feira (08/03) o congelamento dos bens de Hosni Mubarak e de sua família e confirmou que eles não têm permissão para deixar o país. Segundo a agência oficial de notícias Mena, a decisão foi anunciada durante a primeira audiência judicial para analisar o caso tratado pelo Tribunal de Apelações do Cairo, confirmando a demanda feita no dia 28 de fevereiro pelo procurador-geral egípcio, Abdel Maguid Mahmoud.

De acordo com o diário estatal Al-Ahram, o juiz rejeitou nessa audiência um pedido feito pelo advogado de Mubarak, Samir Sheshtawy, para adiar a decisão do tribunal por 24 horas.

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Sheshtawy aceitou na segunda-feira se encarregar do caso de Mubarak depois de vários advogados terem rejeitado defendê-lo.

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A decisão do procurador-geral foi tomada pelas denúncias que chegaram à Procuradoria sobre a “inflação” das riquezas de Mubarak e de sua família mediante supostos meios ilegítimos.

A ordem de congelamento inclui investimentos imobiliários, dinheiro, ações e contas em bancos e em empresas de Mubarak, sua esposa, seus dois filhos – Alaa e Gamal -, suas noras e seus netos mais novos.

Mubarak se mudou para a cidade egípcia de Sharm el-Sheikh, na Península do Sinai, após anunciar sua renúncia do poder, no dia 11 de fevereiro, após 18 dias de protestos em massa contra o regime político de então.

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Tribunal egípcio confirma que Mubarak está proibido de deixar o país

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