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A destruição provocada pelo maior terremoto da história do Japão deve atrasar em seis meses a recuperação econômica do país, segundo previsão do Nomura, o principal banco japonês de investimentos.

A instituição previa uma retomada de crescimento no segundo trimestre de 2011, depois da queda de 1,3% no PIB (Produto Interno Bruto) no último trimestre de 2010, mas agora estima que a recuperação só ocorrerá no final do ano.

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Com a retração no PIB, o Japão perdeu o posto de segunda maior economia do mundo para a China.

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Hoje (14/03), primeiro dia de negociação na Bolsa de Tóquio após o terremoto da última sexta-feira (11/03), o Índice Nikkei fechou em queda de 6,18%, causando reflexos negativos nas bolsas europeias.

Com a produção interrompida, algumas das principais empresas do país se desvalorizaram na bolsa. É o caso da montadora Nissan, cujas ações caíram 9,5% após a suspensão de sua produção. Toshiba, Honda e Hitachi passam por problemas semelhantes.

A queda na produção também provocou menor demanda por energia no Japão, o que, por sua vez, forçou a queda do preço do petróleo, cujo barril fechou cotado em aproximadamente 99 dólares.

Alguns analistas já apontaram que a tragédia japonesa pode causar uma redução de 1% no PIB do país.

Para estimular a economia, o Banco Central do Japão anunciou no final de semana uma injeção de 15 trilhões de ienes (R$ 300 bilhões) no sistema bancário.

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Terremoto e tsunami devem atrasar em seis meses recuperação econômica do Japão, diz banco

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