Suspeito de liderar revolta policial se entrega no Equador
Suspeito de liderar revolta policial se entrega no Equador
O suposto líder da revolta policial que terminou em tentativa de golpe de Estado no Equador em 30 de setembro de 2010, Luis Aníbal Martínez, se entregou nesta segunda-feira (7/2) de maneira voluntária às autoridades do país, como informou a agência estatal Andes.
“Vim por que sou inocente, vou demonstrar através de documentos minha total inocência nos casos nos quais querem me envolver”, declarou Martínez aos jornalistas presentes na Promotoria Geral do Estado, para onde foi levado. “O senhor presidente me garantiu um processo justo”, afirmou.
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Juan Ruales, chefe de gabinete da Policia Nacional, disse que Martínez — que tem 47 anos de idade, sendo 25 deles dentro do serviço policial — foi um dos oficiais que pedia, através da frequência das rádio-patrulhas, para que seus companheiros se juntassem à revolta para impedir a saída do presidente Rafael Correa do hospital da polícia.
Martínez, junto ao capitão da polícia Pablo Miguel Córdova Coronel, se autodenominavam “lutadores” nas conversas que mantinham no rádio. O governo oferecia 10 mil dólares de recompensa para quem obtivesse informações sobre seu paradeiro, a quem consideravam “fugitivo da justiça”.
O ex-policial pertencia ao extinto Grupo de Apoio Operacional (GAO, na sigla em espanhol), grupo ao qual são atribuídos diversos casos de violação aos direitos humanos, prisões ilegais e desaparecimento de pessoas.
Em 30 de setembro de 2010 um grupo de policiais descontentes com o governo começou um protesto que sitiou a capital do Equador e terminou em tentativa de golpe de Estado no país.
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