Segunda-feira, 11 de maio de 2026
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Enquanto ainda ecoa o resgate dos 33 soterrados na mina San José, no Chile, os mineiros foram protagonistas de outra história a 800 metros de profundidade: o final da perfuração do túnel suíço de São Gotardo, o mais longo do mundo, com 57 quilômetros, nesta sexta-feira (15/10) na Suíça.

Uma história diferente, mas com muitas semelhanças. Como no Chile, esta teve um final feliz quando os mineiros que perfuraram o túnel sob os Alpes vindo do norte, no cantão de Uri, e os que trabalharam no sul, no cantão de Tessino, se encontraram na metade do caminho, na altura de Sedrun.

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Uma grande cerimônia, com participação de mil de pessoas, entre autoridades, moradores da região e os próprios trabalhadores, emoldurou este dia histórico para a Suíça que concluiu uma grande etapa simbólica na construção desta ferrovia que será aberta ao tráfego em 2017.

Após a bênção dada ao projeto por um sacerdote católico e um pastor protestante, a enorme máquina diretor por perfurar a rocha começou a funcionar do lado norte para furar os últimos 180 centímetros que o separavam do túnel do lado sul. Cerca de 20 minutos depois, em meio a aplausos, a parede rochosa foi derrubada.

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Depois, os mineiros procedentes do sul subiram por uma passagem e saíram do outro lado para encontrar seus colegas do norte. O encontro selou o final simbólico da primeira fase de um longo projeto que já desbancou o túnel de Seikan (Japão), de 54 quilômetros, como o mais longo do mundo, e que terá um grande efeito no meio ambiente ao trocar caminhões por trens para transportar grande parte das mercadorias.

Com duas entradas, está previsto que, pelo menos, 300 trens de passageiros e mercadorias passem a cada dia pelo túnel, um novo percurso que reduzirá para 2h40 a conexão Zurique-Milão, uma hora a menos que o tempo atual.





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Suíça termina de perfurar o túnel mais longo do mundo

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