Sábado, 16 de maio de 2026
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A Justiça da Suécia enviou à Justiça do Reino Unido as quatro acusações de agressão sexual especificadas contra o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, nesta terça-feira (7/12), e pediu formalmente a extradição do jornalista.

A representante das autoridades suecas no processo, a advogada Gemma Lindfield, disse que uma mulher identificada como “Srta. A.” acusou Assange de “coerção ilegal” na noite de 14 de agosto. A mulher argumentou que o fundador do Wikileaks utilizou o peso de seu corpo para imobilizá-la com intenção sexual.

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A segunda acusação diz que Assange “abusou sexualmente” da mesma “Srta. A.” ao praticar sexo sem preservativo, sem respeitar pedido da suposta vítima. A terceira acusação é de que, no dia 18 de agosto, o suspeito “abusou deliberadamente” da mesma pessoa “violando sua integridade sexual”.

A quarta e última acusação se refere a uma segunda mulher, identificada como “Srta. W.”, que o acusa de ter mantido relações sexuais sem preservativo e enquanto ela dormia, na casa da possível vítima em Estocolmo.

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Sem fiança

Assange, preso nesta terça-feira em Londres em virtude de uma ordem europeia, compareceu perante o tribunal de extradição da Corte de Magistrados de Westminster.

O juiz rejeitou o pedido de libertação sob fiança, ao considerar um risco de descumprimento, e ordenou que o processado permanecesse em prisão preventiva até a próxima audiência, fixada em 14 de dezembro.

O suspeito, que estava aspecto pálido e sereno, teve que confirmar sua identidade e endereço – deu um na Austrália -, e expressou também sua intenção de lutar contra a extradição para a Suécia.

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Suécia manda detalhes do processo para Londres e pede extradição de Assange

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