Quarta-feira, 6 de maio de 2026
APOIE
Menu

A Central de Trabalhadores da Argentina – Autônoma (CTAA) realiza uma greve nacional nesta quarta-feira (12/04) para denunciar as políticas do Fundo Monetário Internacional (FMI).

A mobilização também reivindica um aumento da alíquota de cálculo do salário mínimo, mas com um foco na crítica ao Fundo, que seria o responsável por exigir do governo do país uma política econômica de austeridade que não permite uma política salarial mais vantajosa para os trabalhadores.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

“Chega de políticas do FMI” é o lema da campanha da CTAA nas redes sociais, onde também se difundiu o slogan “renda básica universal para acabar com a fome e a pobreza”.

O secretário-geral da CTAA, Hugo Godoy, afirmou em entrevista ao canal internacional TeleSur que as demandas buscam fazer com que o governo do presidente Alberto Fernández tome medidas para conter os efeitos da crescente inflação que afeta a economia do país.

“Exigimos um aumento da renda emergencial para todos os trabalhadores formais e informais, ativos e aposentados, além de uma mudança na política econômica, porque o plano econômico que temos hoje é do FMI”.

Mobilização acontece em diversas cidades do país; ato principal ocorre no Centro de Buenos Aires, nas proximidades do Ministério do Trabalho

Twitter / CTAA

Sindicatos argentinos defendem a implementação de uma renda básica universal

Para Godoy, as políticas do FMI são responsáveis pela “enorme queda na renda dos setores populares, e pela tremenda inflação que corrói a economia diária dos trabalhadores, além das dificuldades que as pequenas e médias empresas vêm enfrentando”.

“A ingerência do FMI condiciona o Estado nacional, provincial e municipal a implementação de políticas de recuperação dos rendimentos dos sectores populares e produtivos, o que implica o aumento da pobreza à indigência, e a dificuldade dos trabalhadores em vencer a inflação”, acrescentou.

A mobilização acontece em diversas capitais de província da Argentina, e terá seu ato principal no Centro de Buenos Aires, nas imediações do edifício onde fica o Ministério do Trabalho.

Além da CTAA, outras organizações como o Movimento dos Trabalhadores Excluídos (MTE), a Corrente Classista e Combativa (CCC) e a Frente Popular Darío Santillán (FPDS) também estão participando das manifestações.

Vale destacar que a CTAA é uma dissidência da Central de Trabalhadores da Argentina (CTA), maior central sindical do país.