Domingo, 10 de maio de 2026
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As autoridades da Sérvia anunciaram hoje (8/10) que preparam medidas de emergência após a lama tóxica que vazou na Hungria ter chegado ao rio Danúbio, mas esperam que elas não precisem ser aplicadas antes de segunda-feira.

“O que se pode esperar nas próximas 24 horas é uma advertência, mas até o início da semana que vem essas medidas não devem ser necessárias”, declarou à imprensa Predrag Maric, chefe de situações de emergência no Ministério do Interior sérvio.

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Maric afirmou que não há necessidade de pânico e que as vidas dos cidadãos na Sérvia não estão em perigo, embora a fauna e a flora possam ser afetadas. Hoje devem ser feitas novas medições da qualidade das águas do Danúbio na altura de Bezdan, na fronteira com a Hungria, e a partir dos resultados é que as autoridades sérvias decidirão que medidas tomar.

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“Posso antecipar que não esperamos encontrar (na análise de hoje) materiais tóxicos. Poderíamos esperar por isso no início da semana, mas não sabemos a quantidade”, disse Maric. Ele destacou que o local da Hungria em que a lama tóxica chegou ao Danúbio está a 340 quilômetros por via fluvial da Sérvia “e a concentração de materiais tóxicos não pode ser igual” a de onde se deu o vazamento. No entanto, ele ressaltou que as medições e o controle de água serão realizados com frequência.

O vazamento ocorreu por causa da ruptura do dique de uma balsa no oeste da Hungria, que causou o derramamento de um milhão de metros cúbicos de “barro vermelho”, um resíduo produzido na fabricação de alumínio.

A organização ambientalista Greenpeace alertou hoje em Viena para os elevados índices de arsênico e mercúrio que encontrou nos testes de laboratório da lama tóxica derramada na Hungria.

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Sérvia prepara medidas de emergência após chegada de lama tóxica ao Danúbio

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