Domingo, 10 de maio de 2026
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O governo sérvio explicitou nesta sexta-feira (13/01) que está disposto a dialogar com as autoridades de Kosovo para chegar a soluções com respeito ao conflito recente na região Norte desse território de maioria étnica albanesa.

Contudo, a Sérvia também deixou claro que nunca reconhecerá a independência que a sua antiga província proclamou em 2008, nem permitirá que ela seja admitida na Organização das Nações Unidas (ONU).

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O ministro das Relações Exteriores da Sérvia, Ivica Dacic, disse que “a Sérvia não pode reconhecer a independência ou concordar com a adesão de Pristina à ONU”.

O chanceler propôs como condição para o diálogo o cumprimento dos acordos fechados em 2013, sob a tutela da União Europeia, os quais incluem um que Kosovo conceda algum nível de autonomia à minoria sérvia que ainda vive no território – algo que o governo de Pristina jamais colocou em prática.

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Belgrado propôs como condição o cumprimento dos acordos de 2013, que incluem compromissos que Pristina jamais colocou em prática

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O chanceler da S´´ervia, Ivica Dacic

Dacic afirmou que Belgrado pretende “garantir plenos direitos e plena segurança dos sérvios em Kosovo”, e assegurou que seu país tem como objetivo “preservar a paz e a estabilidade regional”.

Ao mesmo tempo, acusou as autoridades kosovares de “serem coniventes com aqueles que atuam para alimentar as tensões através de atos unilaterais, conscientes e sistemáticos, criando um clima de desconfiança” entre as comunidades étnicas sérvia e albanesa, que dividem a região.

Por outro lado, Estados Unidos e União Europeia tentam impulsionar uma outra proposta de diálogo entre Sérvia e Kosovo, com a condição de que França e Alemanha participem como moderadores, proposta que não agrada o governo sérvio, que considera ambos os países aliados de Pristina.

(*) Com informações do Swiss Info.