Terça-feira, 12 de maio de 2026
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O Senado da Argentina aprovou na noite da última quinta-feira (22/09) um projeto de lei para ampliar o número de juízes da Suprema Corte do país, de cinco para 15.

A iniciativa é incentivada pela coalizão governista Frente de Todos e é um desejo antigo do peronismo, que acusa a Justiça de “perseguir” seus líderes, como a vice-presidente Cristina Kirchner.

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A medida foi aprovada com 36 votos a favor e 33 contra, e agora segue para a aprovação ou não na Câmara dos Deputados, onde o governo não tem maioria constituída.

A ampliação da Suprema Corte é tida como prioritária pelo presidente Alberto Fernández, que considera os atuais juízes “excessivamente” próximos ao campo conservador.

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Medida é considerada prioridade pelo governo de Fernández, já que poderia modificar cenário de acusações por suposto caso de corrupção contra vice-presidente Cristina Kirchner

Wikicommons

Medida foi aprovada com 36 votos a favor e 33 contra, e segue para aprovação ou não na Câmara dos Deputados

Por sua vez, a coalizão de oposição Juntos pela Mudança diz que o aumento do número de magistrados tem como objetivo proteger Kirchner, que sofreu um pedido de 12 anos de prisão pelo Ministério Público por suposto caso de corrupção.

(*) Com Ansa