Quarta-feira, 6 de maio de 2026
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O Instituto Médico Legal do Distrito Federal do México advertiu nesta sexta-feira (3/9) que os corpos dos 56 imigrantes da chacina que deixou 72 vítimas fatais no último mês no norte do país serão enterrados em uma vala comum, caso as identificações não sejam realizadas em até um ano.

Os cadáveres estão desde quarta-feira no necrotério do IML mexicano. Encontradas na localidade de San Fernando, perto da fronteira com os Estados Unidos, no último mês, as vítimas foram trasladadas à capital, justamente, para agilizar o processo de identificação.

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Outras 16 pessoas – que foram previamente identificadas como hondurenhas – foram repatriadas nesta semana. Contudo, quatro foram enviadas de volta ao México, sob a alegação de que foram “erroneamente” confirmadas como cidadãos de Honduras.

De acordo com as primeiras análises, entre os mortos também há pessoas do Brasil, Equador e El Salvador. A maioria, porém, não tinha documentos de identificação, o que impossibilita a repatriação de seus restos mortais aos seus países de origem.

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Nesta sexta-feira, foi anunciado que o governo do México aceitou a oferta do Brasil para que agentes da polícia Federal ajudem na identificação das vítimas. Estima-se que haja dois brasileiros entre elas, já que seus passaportes foram localizados no local do crime. Até o momento foi identificado apenas Juliard Aires Fernandes, de 20 anos, natural de Minas Gerais, cujos restos mortais devem chegar ao Brasil em breve.

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Sem identificações, vítimas de chacina no México podem ser enterradas em valas comuns

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