Sábado, 13 de junho de 2026
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A sede do jornal argentino Clarín, um dos principais veículos de comunicação do país, foi alvo de um ataque com coquetéis molotov na noite desta segunda-feira (22/11). 

O ataque ocorreu por volta das 23h, quando “um grupo de pessoas atacou a sede do jornal e do Grupo Clarín”, sendo que “os agressores lançaram bombas incendiárias do tipo Molotov em uma das entradas do prédio, então fechado”, segundo o comunicado do periódico. 

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Não houve vítimas ou ferimentos pessoais durante o ataque. No entanto, o grupo responsável pelo veículo pediu “esclarecimentos e punições urgentes” aos responsáveis filmados por câmeras de segurança. 

“Lamentamos e condenamos este fato grave que à primeira vista aparece como uma expressão violenta de intolerância contra um meio de comunicação, e aguardamos por esclarecimentos e punições urgentes”, declarou o grupo nesta terça-feira (23/11). 

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Ação foi filmada por câmera de segurança e será investigada como 'intimidação pública'; presidente Fernández pediu que os 'fatos sejam esclarecidos

Reprodução

Câmera de segurança filmou a ação que envolveu ao menos nove pessoas nesta segunda (22/11)

Pelo Twitter, o presidente argentino Alberto Fernández expressou repúdio ao ocorrido. “A violência sempre altera a convivência democrática”, disse, afirmando ainda que “esperamos que os fatos sejam esclarecidos e os autores sejam identificados a partir da investigação que está em andamento”.

O Grupo Clarín declarou que fez uma denúncia e que “o tribunal interveniente está analisando vídeos e realizando outras tarefas de investigação”, especificando que foram nove pessoas presentes no ataque e registradas pelas câmeras de segurança. 

A investigação está nas mãos da Justiça Federal nº 9, a cargo do desembargador Luis Rodríguez, que classificou o caso como “intimidação pública”.

(*) Com Télam.