Quarta-feira, 20 de maio de 2026
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Umberto Bossi, líder da Liga Norte e membro do governo do primeiro-ministro, Silvio Berlusconi, declarou nesta terça-feira (22/02) que, caso um grande contingente de imigrantes líbios venham a imigrar para a Itália, eles serão mandados pelo governo italiano para a Alemanha e a França.

“Enquanto não chegam, vamos esperar que não cheguem”, disse Bossi ao ser questionado pelos jornalistas sobre a postura da Itália perante a situação da incerteza que atravessa a Líbia. “Esperamos ordens da Europa”, assegurou.

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O ministro da Defesa, Ignazio La Russa, assegurou, no entanto, que já foram localizados três estabelecimentos militares nos quais se poderiam abrigar futuros imigrantes que chegarão da Líbia e dos países magrebinos. Essas instalações seriam controladas por militares italianos.

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Perante a situação de máximo alerta no norte da África, o ministro do Interior da Itália, Roberto Maroni, decidiu convidar seus colegas europeus do Mediterrâneo a reunir-se na quarta-feira (23/02) em Roma para abordar o possível aumento de fluxo de imigrantes do norte da África rumo a Europa.

O aumento no fluxo de imigrantes ilegais em direção à ilha de Lampedusa registrado no fim de semana dos dias 11 a 13 de fevereiro fez com que o governo italiano decretasse o “estado de emergência humanitário” no sul da Itália e que exigisse à União Europeia a convocação urgente de um Conselho Europeu de alto nível.

A Itália pediu também cem milhões de euros à Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia) para enfrentar a emergência e um novo papel operacional do Frontex, a agência europeia das fronteiras, para que disponha de meios próprios para controlar os limites fronteiriços.

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"Se chegarem imigrantes líbios, os mandaremos à Alemanha e França", diz aliado de Berlusconi

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