Domingo, 14 de junho de 2026
APOIE
Menu

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, quer convocar uma reunião extraordinária com os ministros da Economia e Energia que integram o G20 (grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo, inclusive o Brasil) para discutir a questão da segurança nuclear. Sarkozy disse que a reunião é fundamental em decorrência dos últimos acontecimentos no Japão. A França ocupa a presidência do grupo até dezembro.

A diretora-geral da organização não governamental Fundação Nicolas Hulot (FNH), Cécile Ostria, confirmou a intenção de Sarkozy, mas não informou quando deverá ocorrer a reunião. O ministro do Meio Ambiente da Alemanha, Norbert Rottgen, afirmou que franceses e alemães desejam “lançar uma iniciativa” comum sobre segurança nuclear no quadro do G20.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Siga!
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize!

Leia mais:

Terremoto e tsunami devem atrasar em seis meses recuperação econômica do Japão, diz banco

AIEA considera improvável que crise nuclear no Japão seja 'novo Chernobyl'

Japão registrou 250 terremotos moderados nos últimos dias

Japão tenta controlar nova pane em reator de usina nuclear após segunda explosão

Acidente nuclear é avaliado em nível 4 e coloca Japão em alerta

Mais lidas

Na Alemanha, a chanceler Angela Merkel recuou ontem (14/03) na intenção de prolongar a vida útil das 17 centrais nucleares alemãs.  Ao decidir por uma moratória de três meses para o prolongamento do funcionamento das centrais, aprovado recentemente, Merkel afirmou que é apenas uma medida para analisar a situação em meio ao que ocorre no Japão.

O ministro da Energia da Turquia, Taner Yildiz, afirmou que seu país quer avançar na construção de duas centrais nucleares, apesar do ocorrido no Japão. Um consórcio turco-russo, liderado pela empresa russa Atomstroyexport, construirá a primeira central no Porto de Mersin.

A segunda central está programada para o Porto de Sinop, no Mar Negro, para a qual a Turquia está em negociação com os japoneses da Toshiba and Tokyo Electric Company (TEPCO), que operam a central japonesa.

Siga o Opera Mundi no Twitter 

Conheça nossa página no Facebook
 

Sarkozy quer reunião de emergência no G20 para discutir questão nuclear

NULL

NULL

NULL