Santos e Funes querem estudar projeto para combater criminalidade
Santos e Funes querem estudar projeto para combater criminalidade
Os presidentes da Colômbia, Juan Manuel Santos, e de El Salvador, Mauricio Funes, conversaram sobre a possibilidade de firmar um acordo para enfrentar de maneira conjunta o crime organizado.
“Contra o crime transnacional organizado se requer uma ação transnacional organizada também. A cooperação é fundamental, nisso temos plena identificação”, afirmou Santos.
O presidente colombiano também discutiu com Funes sobre “diferentes formas de como isso [o acordo] pode se converter em um fato concreto, assim como estamos fazendo com outros países da região”.
Por sua vez, o presidente de El Salvador destacou a “experiência” da Força Pública da Colômbia para frear a violência local e a citou como “uma referência digna para ser seguida” na luta contra o narcotráfico e o crime internacional.
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Líbia
Os dois chefes de Estado se reuniram ontem na Casa de Nariño, sede do governo colombiano, e aproveitaram a ocasião para condenar a repressão contra a população da Líbia, que pede a renúncia do ditador Muamar Kadafi, há 42 anos no poder. Para Santos, a situação é inaceitável e espera que ela se resolva o mais rápido possível.
O mandatário colombiano ainda afirmou que espera que os direitos humanos e a liberdade de expressão sejam respeitados. No entanto, ele não precisou quais serão as ações diplomáticas que seu governo irá tomar em relação à Líbia.
Quem também se posicionou contra o desenrolar dos acontecimentos no país africano foi o presidente do México, Felipe Calderón, que expressou “seu profundo pesar, indignação e tristeza” pelo uso de artilharia pesada para “massacrar centenas de civis inocentes”.
Em uma viagem pelo estado de Sinaloa, no noroeste do México, Calderón afirmou que “não podemos aceitar [a repressão] e eu reitero, em nome do governo federal e do meu próprio, a indignação que nos provoca”.
Na segunda-feira passada, a Chancelaria mexicana condenou a violência e pediu às autoridades líbias que respeitem os direitos humanos, privilegiem o diálogo e evitem o uso da força.
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