Domingo, 17 de maio de 2026
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O governo russo negou nesta sexta-feira (28/01) a entrada de vários funcionários da União Europeia (UE), especificando que foi uma “resposta a uma política absurda de restrições unilaterais” por parte de Bruxelas.

Segundo comunicado oficial, “entre os funcionários proibidos estão representantes das forças de segurança, órgãos legislativos e executivos de alguns países da UE que são pessoalmente responsáveis por divulgar a política anti-russa”.

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O Ministério das Relações Exteriores informou ainda que o governo de Vladimir Putin, “guiado pelo princípio de reciprocidade e paridade, decidiu ampliar a lista de respostas de representantes de Estados-membros e instituições da UE proibidas de entrar em seu território”.

A medida foi tomada como uma resposta a uma “política absurda de restrições unilaterais” de Bruxelas e faz parte de uma série de sanções entre a Rússia e o bloco.

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Segundo o governo russo, medida foi uma 'resposta a uma política absurda de restrições unilaterais' por parte de Bruxelas

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Medida foi uma ‘resposta a uma política absurda de restrições unilaterais’ por parte de Bruxelas

Ainda nesta sexta, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, exortou o Ocidente a não desencadear “pânico” na crise com a Rússia. O discurso foi feito após o telefonema com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que mencionou “a possibilidade concreta de que os russos invadam a Ucrânia em fevereiro”.

“O maior risco para a Ucrânia é a desestabilização interna e não a ameaça de uma invasão russa”, disse Zelensky em entrevista coletiva com a imprensa internacional.

De acordo com o líder da Ucrânia, a prioridade é “estabilizar a nossa economia”. “A probabilidade do ataque” dos russos “existe, não desapareceu, e não foi menos grave em 2021”, mas “não vemos uma escalada maior do que no ano passado”, assegurou.