Domingo, 10 de maio de 2026
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Os atos de vandalismo promovidos por bolsonaristas em Brasília neste domingo (08/01) continuam gerando repercussões no mundo inteiro.

Nesta segunda-feira (09/01), Rússia e China, dois países que formam parte dos BRICS junto com o Brasil. emitiram seus comunicados condenando as ações golpistas dos grupos de extrema-direita.

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O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmou que “Moscou condena as ações de violência e os distúrbios gerados contra as instituições brasileiras”.

O funcionário russo também reiterou que o governo do seu país “apoia claramente o presidente do Brasil, [Luiz Inácio] Lula da Silva, assim como as ações do seu governo destinadas ao restabelecimento da ordem e da legalidade no país”.

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A reação do Ministério das Relações Exteriores da China teve o mesmo tom. O porta-voz Wang Wenbin, em uma entrevista coletiva nesta mesma segunda, afirmou que “a China acompanha de perto e se opõe firmemente ao ataque violento contra as autoridades federais no Brasil”.

Tanto Moscou quanto Pequim ressaltaram que reconhecem a legitimidade do governo de Luiz Inácio Lula da Silva e o consideram um aliado geopolítico

Xie Huanchi / Xinhua

Os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Xi Jinping

O porta-voz chinês também reiterou o apoio de Pequim ao governo de Lula e que “apoia as medidas tomadas pelo governo brasileiro para acalmar a situação, restaurar a ordem social e preservar a estabilidade nacional”.  

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decretou intervenção federal em Brasília, medida que levou o governo a controlar a situação, no final da tarde do mesmo domingo.

Horas depois, o ministro Alexandre de Moraes determinou o afastamento do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, aliado de Bolsonaro. A decisão diz respeito ao fato de que a Polícia Militar da capital mostrou atitude leniente diante da ação golpista dos bolsonaristas.