Domingo, 10 de maio de 2026
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O Ministério da Defesa da Rússia realizou reunião nesta terça-feira (17/01) para planejar os prazos da nova campanha de recrutamento de novos soldados, que deve ser lançada nos próximos dias.

Segundo o site Sputnik News, Moscou pretende aumentar o contingente das forças armadas do país, passando dos pouco mais de 1 milhão de efetivos atuais para mais de 1,5 milhão até 2026.

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O ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, afirmou à imprensa local que país precisa “fortalecer sua segurança com mais soldados profissionais, armas avançadas e bases para proteger territórios onde vivem as comunidades russófonas”.

Nas próximas semanas, deve ser iniciada a campanha de recrutamento de militares contratados, os quais serão submetidos a um programa intensificado de treinamento. A maioria dos novos recrutas devem ser disponibilizados à marinha, força aérea e força aeroespacial.

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Ministro da Defesa disse que será realizado recrutamento de militares nos próximos meses, e intensificação do treinamento de novos soldados

Departamento de Imprensa da Presidência da Rússia / Wikimedia Commons

Rússia alistará centenas de milhares de novos soldados após decisão do ministro da Defesa, Sergei Shoigu e do presidente Vladimir Putin

O Ministério de Defesa anunciou que também haverá um esforço de modernização dos equipamentos e frota, envolvendo o aperfeiçoamento de drones, caças, bombardeiros e outros itens do sistema de defesa antiaérea.

Esta é a segunda iniciativa russa para aumentar seu contingente militar desde o início da guerra contra a Ucrânia, em fevereiro de 2022. A primeira vez foi em setembro passado, quando o país convocou cerca de 300 mil reservistas e determinou o alistamento obrigatório de presos condenados por crimes graves.

Shoigu também pediu uma “conscientização ampla” sobre a necessidade dessas medidas por parte dos parlamentares e dos comandos militares do país.

“O presidente (Vladimir) Putin, espera que as pessoas que devem tomar decisões sobre esse tema entendam o que é mais apropriado para o país neste momento”, acrescentou o ministro.