Domingo, 10 de maio de 2026
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O representante permanente da Rússia na Organção das Nações Unidas (ONU), Vasili Nebenzia, afirmou nesta sexta-feira (13/01) que a Ucrânia se tornou “uma empresa militar privada de propriedade da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), dedicada a cumprir todas as suas tarefas.

A declaração surgiu em meio a uma reunião do Conselho de Segurança, na qual Nebenzia comentou que Kiev “ao contrário dos fatos e do bom senso, se iludiu pensando que, graças à ajuda militar da OTAN, seria capaz de derrotar a Rússia no campo de batalha”.

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“Como resultado disso, a Ucrânia se tornou essencialmente uma empresa militar privada da OTAN. Ela recebe dinheiro, recebe armas e informações, informa onde atirar e onde atacar”, acrescentou o diplomata russo.

Nebenzia disse lamentar que “o povo ucraniano sofre porque são obrigados a lutar pelos objetivos dos outros”, e acusou as autoridades de Kiev lançar uma campanha de perseguição a dissidentes e líderes da oposição, complementada pelo “desejo de destruir a Igreja Ortodoxa Ucraniana”.

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“Com a cumplicidade do Ocidente, o regime de Zelensky se tornou uma ditadura autoritária”, acusou o embaixador.

Embaixador Vasili Nebenzia disse no Conselho de Segurança que o 'povo ucraniano sofre porque é forçado a lutar pelos objetivos de outras pessoas'

Grigori Sysoev / Sputnik

Declaração surgiu em meio a uma reunião do Conselho de Segurança da ONU

O funcionário diplomático russo lembrou que as recentes revelações surgidas em entrevistas da ex-chanceler alemã Angela Merkel e do ex-presidente francês François Hollande. “Os Acordos de Minsk nada mais era do que uma tela atrás da qual os países ocidentais armaram secretamente a Ucrânia para enfrentar a Rússia”, enfatizou Nebenzia

Versão de Ucrânia

A resposta do ministro da Defesa ucraniano, Alexei Reznikov, foi publicada horas depois, em um comunicado que defende a tese de que “Kiev está “defendendo o mundo civilizado contra a Rússia”.

“Estamos cumprindo a missão da OTAN sem derramar o sangue deles, derramando o nosso sangue, então eles devem gastar suas armas”, alegou o ministro.

Segundo o Instituto Kiel de Economia Mundial, com sede na Alemanha, a ajuda militar atribuída à Ucrânia já ultrapassa os 40 bilhões de dólares, sendo que cerca de metade desse valor foi enviado pelos Estados Unidos.

(*) Com RT News.