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Os advogados do PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) no Rio de Janeiro entraram hoje (19/03) com um pedido de habeas corpus para tentar libertar as 13 pessoas detidas ontem (18/03), após manifestação contra o Consulado dos Estados Unidos na capital fluminense. No episódio, ficou ferido um vigilante do prédio, atingido por um coquetel molotov. 

A informação foi dada pelo presidente do PSTU/RJ, Cyro Garcia. O partido alega que não há provas contra os detidos, que não têm direito a fiança.
As mulheres foram levadas para o presídio de Bangu, na zona oeste da cidade, e os homens foram para o de Água Santa, na zona norte.

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Ele explicou à Agência Brasil que o movimento convocado pelo PSTU, pela Conlutas (Coordenação Nacional de Lutas) e outras entidades políticas e sociais era totalmente pacífico. ”E foi assim o tempo todo. Só que no final, na chegada ao consulado norte-americano, houve elementos infiltrados na passeata, que era pacífica. E lançaram o coquetel molotov, ensejando essa ação da polícia”.

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Garcia relatou que entre as pessoas presas estão trabalhadores, estudantes, donas de casa, aposentada e um menor de 16 anos, “que não tiveram nenhuma responsabilidade” em relação ao episódio. Os detidos foram enquadrados por tentativa de incêndio e lesão corporal e são considerados criminosos comuns. Dez pessoas são militantes do PSTU.

Na avaliação do presidente do partido no Rio, a provocação feita pelos elementos infiltrados no ato visou “a jogar  a repressão contra a manifestação pacífica” que estava sendo realizada. Um dos objetivos, frisou,  seria tentar esvaziar  o protesto que está sendo convocado para amanhã (20), às 10h.

Um abaixo assinado pela libertação dos 13 manifestantes, classificados pelo PSTU como presos políticos, está disponível na internet.
O partido fará um ato neste domingo (20/03), às 10h, contra a visita de Obama e pela liberdade dos presos políticos.

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PSTU entra com pedido de habeas corpus para libertar presos em manifestação contra Obama

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