Segunda-feira, 18 de maio de 2026
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Milhares de jordanianos protestaram nesta sexta-feira (21/01) pedindo ao rei Abdullah II a demissão do governo do primeiro-ministro, Samir Rifai, ao qual consideram responsável pela alta inflação.

Uma das maiores concentrações da manifestação maciça, realizadas após a oração muçulmana do meio-dia, ocorreu na grande mesquita de Hosseini, no centro de Amã.

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Os protestos, que também foram registrados em Zarqa, Irbid, Karak, Tafilah e Salt, foram convocados pela Frente de Ação Islâmica (FAI), principal grupo da oposição, e apoiada por vários grupos de esquerda e pan-arabistas.

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Os participantes entoaram palavras de ordem e exibiram cartazes nos quais acusavam o Executivo de Rifai de estar por trás do aumento dos preços da comida e do combustível, e de ter fracassado na luta contra a corrupção.

“O povo está cada vez mais pobre com este governo que deve ser expulso”, dizia um dos cartazes trazidos pelos manifestantes no centro de Amã.

Os organizadores da manifestação, que haviam convocado os jordanianos há uma semana, decidiram manter os protestos desta sexta-feira apesar da decisão do Governo de aumentar os salários dos servidores e dos militares, além das aposentadorias.

No início desta semana, o governo jordaniano decidiu também diminuir em 6% os preços de produtos básicos e de alguns tipos de combustível.

No último dia 18, o secretário-geral da FAI, Hamzeh Mansur, fez um apelo ao rei Abdullah II para trocar o Governo por não ter conseguido realizar reformas políticas e econômicas suficientes, e pediu que dissolvesse a Câmara Baixa do Parlamento, escolhida em 9 de novembro, já que, segundo sua opinião, as eleições não foram transparentes.

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Protestos na Jordânia exigem dissolução do governo

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