Terça-feira, 12 de maio de 2026
APOIE
Menu

Duas pessoas morreram e pelo menos 25 ficaram feridas em incidentes e confrontos durante manifestações contra a Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti), liderada pelo Brasil, à qual acusam de causar a epidemia de cólera no país.

O porta-voz da missão da ONU, Vincenzo Pugliese, confirmou à Agência Efe que uma das mortes – de um homem – foi registrada em Quartier-Morin, quando “elementos armados” tentaram entrar no heliporto da base militar.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Leia mais:

ONU alerta sobre protestos contra Minustah no Haiti

Lula e Préval assinam acordos bilaterais para manter investimentos brasileiros no Haiti 

Mídia explorou tragédia no Haiti e ocultou solidariedade, acusam pesquisadores 


Haiti tem de ser mais autônomo e menos dependente de ajuda externa, diz Amorim

Lentamente, Haiti recupera a produção agrícola, afirmam Nações Unidas

Manifestantes armados começaram a atirar contra soldados do heliporto, que, por sua vez, dispararam de volta “em legítima defesa”, indicou o porta-voz. Esse incidente ocorreu por volta das 16h45 local desta segunda-feira (15/11), 19h45 de Brasília.

Mais lidas

A outra morte foi registrada durante a tarde em Cap-Haïtien, onde um jovem foi encontrado morto por ferimento de bala, informou a radio Kiskeya.

“Os militares que foram acusados (desta morte) garantem que nem sequer estavam no local” no momento da morte, explicou a rádio.

Segundo a imprensa local, pelo menos 19 pessoas ficaram feridas, 15 delas por arma de fogo, durante estes enfrentamentos ocorridos em Cap-Haïtien.

Habitantes dessa localidade, contatados por telefone, indicaram à Efe que ouviram disparos e viram barricadas de pneus em chamas em meio às ruas.

“O povo tem medo no Haiti e a vulnerabilidade das pessoas é explorada e manipulada por alguns partidos”, disse Pugliese, sem precisar quais partidos políticos realizam estas práticas.

Em comunicado, a Minustah pediu à população “permanecer vigilante e não se deixar manipular pelos inimigos da estabilidade e da democracia no país”.

 


 

Siga o Opera Mundi no Twitter

Conheça nossa página no Facebook

Protestos contra missão da ONU no Haiti deixam ao menos 2 mortos

NULL

NULL

NULL