Terça-feira, 5 de maio de 2026
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O programa colombiano para substituição de gasolina por etanol é um bom exemplo para outros países da América Latina, na avaliação do coordenador do programa de agroenergia do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Frederique Abreu.

Abreu deu a declaração ontem (10/8), após participar do 11º Encontro Internacional de Energia, onde foi apresentado o Panorama Energético das Américas e do Caribe que reúne informações sobre as matrizes energéticas dos países, o comércio internacional de energia e as políticas de promoção da produção e do uso de biocombustíveis na região.

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Segundo ele, a Colômbia desenvolveu um projeto com base na experiência brasileira, mas adaptou a suas necessidades. A meta de substituição de combustível colombiana é de 10%, menor do que os 25% praticados no Brasil, o que é, de acordo com Abreu, mais factível com a realidade daquele país.      

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Abreu enfatizou que o desenvolvimento do setor precisa ser integrado com a indústria e com o ramo energético. “Os programas de biocombustíveis nos outros países estão muito ligados a programas agrícolas”, lamentou.

      

O desenvolvimento social é outro ponto que o especialista defende que seja levado em consideração ao se falar de biocombustíveis. De acordo com ele, atualmente os programas de biodisel não são autossustentáveis, mas o investimento dos governos nessas inciativas possibilitará a inclusão econômica de populações que estão fora do mercado tradicional.

“O governo não pode pensar somente em números. Tem que pensar na construção de todo um programa que seja bom energeticamente e socialmente”. 

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