Prioridades de Dilma são América do Sul, EUA e China, revela Patriota
Prioridades de Dilma são América do Sul, EUA e China, revela Patriota
A presidente Dilma Rousseff estabeleceu América do Sul, Estados Unidos e China como as prioridades em sua política externa, afirmou nesta sexta-feira (18/02) o ministro de Relações Exteriores, Antonio Patriota.
Segundo o chanceler, Dilma, cuja primeira viagem ao exterior como governante foi à Argentina, tem programadas visitas a outros países sul-americanos, receberá o presidente de EUA, Barack Obama, em 19 de março em Brasília e viajará para a China em 13 de abril.
Ele afirmou que a prioridade dada por Dilma à América do Sul ficou clara em sua bem-sucedida viagem a Buenos Aires, na qual foram assinados vários acordos, e acrescentou que também há um grande interesse em manter contatos com os líderes dos Estados Unidos e da China, os maiores parceiros do Brasil.
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Patriota, que já viajou a Uruguai e Paraguai para preparar as visitas de Dilma a esses países, afirmou que, em matéria de integração, as prioridades são o Mercosul e a União de Nações Sul-Americanas (Unasul).
O ministro ressaltou que o governo brasileiro está fazendo um esforço para que o Congresso ratifique o tratado pelo qual o Paraguai receberá maiores lucros de Itaipu, a hidrelétrica binacional.
O chanceler disse que há uma grande expectativa para a visita que Obama fará ao país em 19 e 20 de março.
Segundo ele, o Brasil quer dar o maior conteúdo possível a essa visita de Obama e aproveitar para estreitar o diálogo político com os EUA.
Acrescentou que Dilma e Obama assinarão acordos em áreas como biocombustíveis, energia e ciência e tecnologia.
Em relação à China, Patriota ressaltou que Dilma fará uma visita oficial a Pequim em 13 de abril e que nos dois dias seguintes se reunirá com os demais chefes de Estado dos Brics (Brasil, Rússia, Índia e China).
“O Brasil tem um superávit de mais de cinco bilhões de dólares. Já tive conversas com autoridades e empresários chineses (sobre o desequilíbrio causado pela entrada de produtos da China no Brasil). Eles (os chineses) entendem e estão dispostos a encontrar soluções”, disse o chanceler.
Patriota assegurou que não se pode minimizar o impacto das importações chinesas sobre alguns setores brasileiros, como o de calçados e o têxtil.
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