Quarta-feira, 20 de maio de 2026
APOIE
Menu

O primeiro-ministro da Palestina, Salam Fayyad, pediu nesta segunda-feira (14/02) demissão do governo ao presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas. Na carta, Fayyad disse ter formalizado o pedido ao Conselho de ministros e que aguardava apenas a oficialização. A saída do primeiro-ministro ocorre em um momento de mudanças internas na gestão de Abbas. As informações são da agência pública portuguesa, Lusa.

No final do ano passado, Abbas disse que sua intenção era de reformar o governo. Porém, na ocasião, o presidente informou que pretendia manter Fayyad no cargo de primeiro-ministro, no qual estava desde 2007. Uma das expectativas era reduzir de 21 para 19 a quantidade de ministros.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Leia mais:

Brasil assume comando da Força da ONU no Líbano; foco é no combate ao contrabando de armas

Hamas rejeita convocação de eleição palestina anunciada pela ANP

Autoridade Palestina proíbe protestos em apoio a manifestações no Egito

O Estado de Israel é a origem do ódio

Entidades pró-palestina fazem protesto em SP para pedir saída de Mubarak



Em setembro, Abbas promete que serão realizadas eleições na Palestina. A ANP tem o controle oficial da Cisjordânia que reúne aproximadamente 2,5 milhões de pessoas. Mas grupos armados de resistências, como o Hamas e o Fatat, também têm o controle de parte da região.

Na área de Gaza onde vive cerca de 1,5 milhão de pessoas, o controle está com o Hamas. Os grupos Hamas e Fatat romperam relações e tem um convívio tenso. A busca por um acordo de paz na região envolve não só palestinos e israelenses, como também toda a comunidade internacional, inclusive o Brasil.

Mais lidas

Em março do ano passado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na região e defendeu o direito do Estado Palestino independente de acordo com as fronteiras de 1967. A demarcação de 1967 diz respeito às fronteiras de antes da Guerras dos Seis Dias – quando Israel passou a ocupar o Sinai, a Faixa de Gaza, a Cisjordânia, Jerusalém Oriental e as Colinas de Golã.

Siga o Opera Mundi no Twitter

Conheça nossa página no Facebook

Primeiro-ministro da Palestina pede demissão

NULL

NULL

NULL