Quarta-feira, 13 de maio de 2026
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O presidente da Colômbia, Gustavo Petro,  afirmou nesta terça-feira (23/08) que seu país “garante o direito de asilo e refúgio”, negando o pedido de Caracas em extraditar opositores políticos do governo de Nicolás Maduro para a Venezuela.

Em mensagem veiculada por meio das redes sociais, o líder colombiano respondeu a pergunta aberta feita pelo vice-presidente do Partido Socialista Unido da Venezuela (Psuv), Diosdado Cabello, que solicitou a prisão e extradição de opositores venezuelanos encontrados no território colombiano.

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Petro rebateu enfatizando que “a Colômbia garante o direito de asilo e refúgio”.

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“Várias pessoas que estão lá [Colômbia] e cuja Venezuela está buscando a extradição são presas e enviadas à Venezuela por crimes cometidos contra nosso país”, disse Cabello em entrevista coletiva.

Embora o vice-presidente do Psuv não tenha citado nenhum nome diretamente, ele assegurou que há vários opositores do partido governista venezuelano que vivem na Colômbia e que devem ser julgados em ambos os países. “É tudo uma questão, então, de vontade política”, acrescentou Cabello explicando que o Ministério Público, o Ministério das Relações Exteriores e “outros órgãos competentes” da Venezuela já adiantaram “as reuniões pertinentes para que essas pessoas que têm contas pendentes com a justiça venham para liquidá-las”.

Rebatendo político venezuelano, Petro afirmou que Bogotá garante 'asilo e refúgio'; conversas de alto nível para retomada da diplomacia foram retomadas recentemente

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Esta é primeira "linha vermelha" encontrada pelo presidente colombiano em meio à direção à normalidade das relações entre países

Vários líderes políticos venezuelanos cruzaram a fronteira quando a situação em seu país se complicou e buscaram asilo no território colombiano, incluindo figuras como Julio Borges, ex-presidente da Assembleia Nacional venezuelana.

Esta é a primeira “linha vermelha” encontrada pelo presidente colombiano em meio à direção à normalidade das relações diplomáticas entre os dois países. A crise diplomática entre as duas nações começou em 2019 quando o líder da oposição, Juan Guaidó, se autoproclamou presidente da Venezuela. 

Agora, com a eleição de Petro, as conversas de alto nível foram retomadas.

(*) Com Ansa