Sábado, 16 de maio de 2026
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Durante o lançamento do livro Querido Lula: Cartas a um Presidente na Prisão na noite da última terça-feira (31/05), realizado no teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um discurso destacando ser preciso “derrotar o fascismo e restabelecer a democracia” no Brasil. 

“Um país que tem sentimento de fraternidade e solidariedade não pode ter medo de nada. Eu não tenho idade para ter medo. Nós iremos juntos derrotar o fascismo e recuperar a democracia nesse país”, afirmou o ex-presidente.

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Ao falar sobre os 580 dias em que esteve preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, no qual recebeu as cartas trazidas no livro, o petista disse que, com as mensagens, “fizeram eu sair da cadeia muito mais forte.”

O livro é composto por 46 das 25 mil cartas enviadas para o ex-presidente, selecionadas pela editora Boitempo.

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'Querido Lula: Cartas a um Presidente na Prisão' tem 46 das 25 mil cartas enviadas ao ex-presidente durante os dias em que esteve preso na PF de Curitiba

Reprodução / Ricardo Stuckert

‘Querido Lula: Cartas a um Presidente na Prisão’, traz 46 das 25 mil cartas enviadas ao ex-presidente na sede da PFl de Curitiba

No evento, onde artistas e políticos leram cartas que constam no livro, o ex-presidente falou sobre a possibilidade do mandatário Jair Bolsonaro não aceitar os resultados das eleições de outubro, dizendo: “não adianta dizer que vai dar golpe, que 'só Deus me tira daqui'. Como eu acredito que a voz do povo é a voz de Deus, a voz do povo vai tirar ele de lá.”

Lula defendeu, em seu discurso de quase 40 minutos, mais recursos para a educação no Brasil, destacando que não é apenas uma opção incentivar o ingresso de jovens no ensino, mas sim necessário.

“Tem uma coisa na minha cabeça mais forte do que eu já vivi em qualquer outro momento […] Nenhum país do mundo consegue ser independente, rico e soberano sem investir na educação. A ignorância não gera um estadista, gera um Bolsonaro”, disse.