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O presidente norte-americano, Barack Obama, disse neste sábado (19/03) durante visita ao Brasil que os Estados Unidos e seus parceiros estão “preparados para agir” na Líbia. Na quinta-feira, o Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) aprovou resolução que autoriza a criação de uma zona de exclusão aérea na Líbia. 

Romeu São Marcos/Opera Mundi

 

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Barack Obama é recebido no Palácio do Planalto pela presidente Dilma Rousseff

Hoje, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, confirmou que caças franceses Rafale sobrevoaram o espaço aéreo da Líbia em uma missão de reconhecimento. “Aviões da coalizão já estão controlando o espaço aéreo de Benghazi e abaterão aviões líbios. Ainda há tempo para Kadafi evitar o pior. Portas da diplomacia serão reabertas no momento em que ataques cessarem”, disse Sarkozy, após reunião de cúpula com Estados Unidos, União Europeia e Liga Árabe sobre uma possível intervenção militar na Líbia.

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No pronunciamento ao lado da presidente brasileira, Dilma Rousseff, Obama agradeceu o apoio do Brasil na condenação dos atos de violência perpretados pelas forças do líder líbio, Muamar Kadafi, e afirmou que elas nao serão mais toleradas: “a população da Líbia precisa ser protegida e estamos prontos para agir com todas as medidas necessárias”. 

Segundo o presidente norte-americano, a criação de uma zona de exclusão aérea tem, acima de tudo, caráter humanitário. “É uma questão de direitos humanos, de dar direito de defesa com relação à Líbia”, disse.

Obama disse ter atualizado a presidente brasileira sobre as ações das forças aliadas aos EUA no conflito. O presidente norte-americano não mencionou o fato de o Brasil, ao lado de Rússia, China, Índia e Alemanha, ter optado pela abstenção na votação do Conselho de Segurança da ONU.

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População da Líbia precisa ser protegida e coalizão está pronta para agir, diz Obama no Brasil

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