Domingo, 10 de maio de 2026
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A ativista climática Greta Thunberg foi presa nesta terça-feira (17/01) junto com outros manifestantes na cidade alemã de Lützerath.

Movimentos alemães que atuam pela causa da luta contra as mudanças climáticas vinham realizando uma ocupação próxima às minas de carvão da cidade há alguns dias, e no fim de semana receberam a visita da jovem sueca, que foi uma das estrelas dos atos realizados no domingo passado (15/01).

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O governo do chanceler Olaf Scholz determinou nesta terça a desocupação do acampamento, o que resultou na prisão de alguns ativistas, entre ele Greta.

Segundo a imprensa local, os mobilizados construíram um acampamento com 35 cabanas de madeira próximas a mina, para impedir os trabalhos no local. Eles criticam o governo alemão, por ter prometido implementar uma política para abandonar o carvão como recurso energético até o ano de 2030 – as autoridades do país alegam que houve uma mudança nessa política após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia.

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Ativista climática participava de atos na cidade de Lützerath junto a organizações locais desde o fim de semana

Wikimeadia Commons

Greta Thunberg durante ato próximo ao acampamento en Lützerath, na Alemanha, onde ela foi presa nesta terça

As autoridades alemãs afirmam que havia pouco mais de 300 pessoas acampadas no local, mas apenas algumas delas foram detidas nesta terça.

No domingo, quando houve o ato no qual a ativista sueca, discursou, havia 35 mil pessoas no palanque montado ao lado do acampamento. Foi também a primeira jornada que terminou com ação policial contra os mobilizados. Segundo a imprensa local, e a ação não terminou com detenções, mas 154 foram identificadas e passaram a ser investigadas – os detidos nesta terça estariam dentro desse grupo.

O chanceler Scholz, que já vinha criticando os atos há dias, determinou a desocupação desta terça a partir dessa investigação iniciada no domingo, após a primeira ação policial.