Segunda-feira, 11 de maio de 2026
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O Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) anunciou neste domingo (26/10) que retirará todos os seus combatentes do território turco. A medida é vista como histórica em meio ao processo de paz com Ancara.

Considerado um grupo terrorista pela Turquia, Estados Unidos e União Europeia (UE), o PKK anunciou em dezembro de 2024 sua dissolução e o fim da “luta armada” iniciada contra o Estado turco há 40 anos, que deixou cerca de 45.000 mortos.

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O recente anúncio do PPK responde ao apelo de seu fundador e líder preso na Turquia, Abdullah Öcalan.

O porta-voz do Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP), Ömer Çelik, salientou que a retirada de elementos terroristas da Turquia e o anúncio do PPK são parte dos resultados concretos do progresso em direção a um país livre do terrorismo.

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Anúncio do PPK responde ao apelo de seu fundador,  atualmente preso na Turquia, Abdullah Öcalan
Wikimeadia Commons / Yezidi YBS

O PKK anunciou sua dissolução em maio passado e sua intenção de encerrar o conflito armado com a Turquia, após um apelo de seu líder, que cumpre pena de prisão perpétua em uma prisão turca desde 1999.

O processo de desarmamento do Partido dos Trabalhadores do Curdistão começou em 11 de julho, quando cerca de 30 combatentes queimaram suas armas em uma cerimônia simbólica na cidade iraquiana de Sulaymaniyah.

De acordo com a mídia turca, o governo autorizará o retorno de cerca de 2.000 ex-combatentes do PKK e permitirá que altos funcionários do partido viajem para a África do Sul e vários países ocidentais .

Embora saudado como “histórico”, o anúncio deste domingo é visto em grande parte como simbólico, dado que o PKK não tem mais forças significativas na Turquia.