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O PIB (Produto Interno Bruto) da China teve crescimento de 11,1% no primeiro semestre de 2010 em relação ao mesmo período de 2009, informou nesta quinta-feira (15/7) o porta-voz do Escritório Nacional de Estatística da China, Sheng Laiyun.

A média do crescimento econômico, de janeiro a junho, representa um descenso muito pequeno em relação ao do primeiro trimestre do ano, quando ficou em 11,9%. O total do PIB chinês da primeira metade do ano foi de 17,28 bilhões de iuanes (US$ 2,552 bilhões).

Tanto o governo chinês quanto analistas internacionais preveem um esfriamento do PIB ao longo do ano, à medida que o país reajusta as medidas lançadas para resistir à crise financeira global.

“No primeiro semestre deste ano, a produção agrícola do país se manteve estável, a indústria cresceu rapidamente a uma taxa de 17,6%, e os investimentos em bens fixos aumentou 25%. Além disso, o volume de importações e exportações registrou um crescimento rápido, especialmente as importações, com uma taxa de 52,7%. Isso significa que a demanda interna ainda é forte, e por outro lado, o crescimento da economia chinesa vem contribuindo muito para a recuperação da economia mundial”, disse Laiyun.

O investimento em ativos fixos entre janeiro e junho foi de 11,41 bilhões de iuanes (US$ 1,685 bilhões), um aumento de 25% em relação ao primeiro semestre de 2009.

As vendas a varejo, principal indicador do consumo, somaram 7,26 bilhões de iuanes (US$ 1,07 bilhões) no começo do ano, um aumento de 18,2%. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) chegou, no primeiro semestre, a 2,6%, perto dos 3% fixados como limite pelo Governo.

O Executivo, que deseja frear o aquecimento da economia, fixou em 8% o crescimento do PIB em 2010, mas o Banco Mundial aumentou essa estimativa até 9,5%.

“O aumento de 11,1% do PIB no primeiro semestre oferece uma base sólida para concretizar as metas previstas para o ano todo. Porém, o ambiente internacional para o desenvolvimento econômico permanece complexo, e o funcionamento econômico dentro da China também enfrenta dificuldades. Todos esses fatores podem exercer influências sobre o crescimento da economia chinesa no segundo semestre deste ano. Por isso, o país deve persistir nas políticas já adotadas e fazer ajustes adequados conforme as novas situações”, concluiu Laiyun.

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PIB da China cresce 11,1% no primeiro semestre de 2010

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