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A economia da Alemanha teve em 2010 sua maior expansão desde a reunificação do país. Exportações, investimentos privados e consumo interno fizeram o PIB (Produto Interno Bruto) do país crescer 3,6%, divulgou nesta quarta-feira (12/01) o Departamento Federal de Estatísticas (Destatis), com sede em Wiesbaden.

O grande nível de exportações, que cresceram 14,2% e o notável aumento da demanda interna, de 0,5%, foram os principais responsáveis pelo forte crescimento da maior economia europeia, que lidera os avanços das nações industrializadas após a crise.

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“Este foi o maior aumento do PIB desde a reunificação. Os dados mostram que as pessoas podem olhar para o futuro com otimismo”, assegurou em comunicado o ministro da Economia, Rainer Brüderle.

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“Nosso país caminha rumo ao pleno emprego”, indicou o ministro, antes de considerar que, com a queda do desemprego e o aumento dos salários, estão sendo fincadas as bases para uma demanda interna robusta que leve ao crescimento econômico sustentável a longo prazo.

A notícia ruim foi o aumento do deficit público. Em 2010, os governos federal, estaduais e municipais, bem como a previdência social, gastaram 88,57 bilhões de euros a mais do que arrecadaram, o que corresponde a um deficit orçamentário de 3,5% do PIB. Esse resultado viola o pacto de estabilidade do euro, que determina um deficit máximo de 3%.

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PIB alemão cresce 3,6% em 2010 e tem a maior alta em 20 anos

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