Sábado, 16 de maio de 2026
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O plenário do Congresso peruano aprovou nesta sexta-feira (15/07) um relatório que recomenda acusar constitucionalmente o presidente Pedro Castillo por liderar uma suposta organização criminosa.

Com 72 votos a favor, 40 contra e zero abstenções, os parlamentares aprovaram o relatório final da Comissão Fiscalizadora.

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As conclusões e recomendações da investigação propõem proceder contra o presidente Castillo por supostos atos irregulares, afirmando que desde 28 de julho de 2021, o chefe de Estado lidera uma organização criminosa, composta por funcionários públicos e indivíduos do Ministério dos Transportes e Comunicações.

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Além disso, o relatório aponta que Castillo teria concedido contratos em troca de benefícios econômicos. O texto também menciona supostos atos de corrupção do presidente peruano no projeto Puente Tarata, nas promoções militares de 2021 e pela descoberta de 20 mil dólares no gabinete do ex-secretário da Presidência, Bruno Pacheco.

Esse relatório, depois de aprovado, será encaminhado à Subcomissão de Acusações Constitucionais, que dará seguimento ao tema na próxima legislatura, que se inicia no final de julho.

Texto aponta envolvimento de presidente peruano em organização criminosa, corrupção e fechamento de contratos em troca de benefícios econômicos

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Com 72 votos a favor, 40 contra e zero abstenções, os parlamentares aprovaram o relatório final da Comissão Fiscalizadora

Castillo evitou testemunhar perante a Comissão de Supervisão sob o argumento legal de que não pode ser investigado ou processado durante seu governo, exceto em casos de suposta traição contra o país, para o fechamento do Congresso ou para impedir eleições.

(*) Com Telesur