Sábado, 16 de maio de 2026
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A cerimônia de entrega do Prêmio Nobel da Paz ao dissidente Liu Xiaobo foi “uma farsa política que nunca quebrará a resolução e confiança do povo chinês”, declarou o Ministério de Assuntos Exteriores chinês em comunicado emitido logo após o término na cerimônia realizada em Oslo nesta sexta-feira (10/12).

De acordo com o documento assinado pela porta-voz da Chancelaria Jiang Yu, “a decisão do Comitê Nobel Norueguês não representa o desejo da maioria dos povos do mundo, especialmente aqueles países em desenvolvimento”.

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Jiang acrescentou que a China seguirá firme “contra as tentativas de qualquer país ou indivíduo de usar o Prêmio Nobel da Paz para interferir nos assuntos internos e infringir a soberania judicial chinesa”.

Também garantiu que a “posição justa” do regime comunista chinês perante o prêmio deste ano “ganhou a compreensão e o apoio de mais de cem países e importantes organizações internacionais”.

“Os preconceitos e as mentiras são indefensáveis, e a mentalidade da Guerra Fria não tem apoio popular”, esclareceu o comunicado de Assuntos Exteriores.

A China protestou repetidamente pela concessão do prêmio nos últimos dois meses desde que anunciaram o nome do homenageado, trajetória que foi acompanhada por censura à imprensa chinesa.

Durante o período, o governo submeteu a esposa de Xiaobo, Liu Xia, à prisão domiciliar e aumentou a vigilância de outros familiares do homenageado, amigos e ativistas pró direitos humanos, a fim de impedir que nenhum deles assistisse à cerimônia em Oslo, na qual uma cadeira vazia serviu para simbolizar o dissidente.

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Pequim descarta que cerimônia do Nobel quebrará confiança da China

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